Mangás e Animes na Dermatite Atópica
Domingo, 29 de março de 2026, 10h00 - 14h00
Espaço de Eventos, Hotel Radisson Paulista, São Paulo, SP
Evento gratuito. Inscrição necessária. Vagas Limitadas.
Para se inscrever, CLIQUE AQUI!
A Jornada do Paciente discutirá o papel dos Mangás e Animes na Dermatite Atópica". Através da música, palestras e atividades interativas, pacientes, familiares, e profissionais da área da saúde, terão a oportunidade de descobrir como a arte dos mangás e animes pode funcionar como uma ferramenta poderosa de identificação e inspiração para enfrentar os desafios da doença.
Programação:
9h30 - Recepção
10h00 - Grupo de Apoio para Pacientes e Familiares
11h30 - Coffee Break
12h00 - Apresentação Musical — Tema do Castelo Animado (Merry Go Round of Life - Howl's Moving Castle) — Trio AADA: Anna Luiza Henrique Silva (violino), Bárbara Ellen (violoncelo) e Roberto Takaoka (piano)

12h15 - Palestra: O Mundo dos Mangás e Animes
12h30 - Palestra: A Jornada de Péricles, o Mangá da AADA — Leonardo Faria e Maicon Melo
12h45 - Workshop: Juntos Criando um Mangá
14h00 - Fim da Jornada
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O Papel dos Mangás e Animes no Enfrentamento da Doença
Mangás e animes desempenham papel significativo no enfrentamento da doença tanto para pacientes quanto para seus familiares, oferecendo acolhimento emocional e modelos de resiliência. Ao apresentar narrativas ricas em personagens que superam adversidades, essas obras permitem que leitores e espectadores se identifiquem com jornadas de luta e esperança. A estética visual e o ritmo narrativo dos mangás e animes — com cenas emocionais intensas e momentos de alívio — ajudam a modular o estresse, proporcionando pausas mentais necessárias durante tratamentos longos ou períodos de incerteza.
Além disso, mangás e animes funcionam como ferramentas educativas e de normalização: histórias que abordam temas como doenças, hospitalização, cuidados e apoio familiar contribuem para reduzir estigmas e ampliar a compreensão sobre processos médicos e psicológicos. Para familiares, essas obras oferecem linguagem compartilhada e tópicos de conversa que facilitam expressar sentimentos difíceis e fortalecer laços. Comunidades de fãs, fóruns e clubes de leitura/assistência criam redes sociais de suporte, trocando recomendações, e experiências que reforçam solidariedade.
Por fim, o consumo dessas mídias pode integrar-se a estratégias terapêuticas informais — leitura ou sessões de anime, exercícios de imaginação inspirados em personagens e atividades criativas relacionadas (desenho, escrita) — que promovem bem-estar, autoestima e sentido de propósito durante a vivência da doença.



